sexta-feira, 22 de maio de 2009

COMANDO-GERAL DO EXÉRCITO CONVOCAÇÃO PARA NOVOS MEMBROS


COMANDO-GERAL DO EXÉRCITO CONVOCAÇÃO PARA NOVOS MEMBROS


Inscrições Encerradas.... a 1º Classe de Recrutas do E.B.S.L já está formada......Mas compareça em nossa Base e faça o Formulário para Participar da Próxima Classe de Recrutas do E.B.S.L.......Não desista.......para mais Informações procure Gen 2202Lucci Slade

Agradecemos a todos, não deixe de participar.


quinta-feira, 21 de maio de 2009

Combate no Haiti SL - Nova Kierman



O Exército Brasileiro mais conhecido como E.B atua como Força de Paz em nome da ONU, tem como principal função, o treinamento e emprego de taticas e armamentos militares no SL em padrão de realidade. Primando pela Paz e respeito mútuo, representamos o Brasil em ações e combates com exércitos estrangeiros. Combatendo contra os rebeldes pela posse do aeroporto internacional.

Se você tem vontade de vim neste SIM,voce cairá numa sala,e assitirá de lá o combate.

Os zavalas apoiam o governo do presidente Jean Bertrand Aristid.

Esse SIM é dividido em 2 ilhas :

- Nova Kierman (Centro da cidade)

- Dente Superbo (Norte do Pais)

O combate em Nova Kierman retrata a guerra civil no Haiti, divida em duas partes sendo duas facções que lutam pelo controle do país, o Zavala! que apoia o governo, e a Convergência Democrática, composta por rebeldes armados com recursos da antiga elite rural, que deseja retornar ao poder; o Exército Brasileiro atua em nome da ONU.


quarta-feira, 20 de maio de 2009

MILITARES DO EXERCITO BRASILEIRO SECOND LIFE



General:


2202Lucci Slade

Felipefeitosa Spitteler



Capitão:


Battle Lowey


Deck Schumann

Tenentes:


Leonard Balczo

Rod Halberd


Sargentos:


Joseh Loon


Darthe Spitteler

Luizcltt Aeon


Samanttha Biedermann


Chacall Rivera


Cabos:


Hibelan Bergamasco


Andrei Olivieri

Rodrigobjj Boucher

Agatha Amiot

Ridley Sahara

Du Jinx

Nogueira Arado

Tonybread Schumann

Soldados:


Kraken Deed

Rafaelpinheiro Raynier

Max Bruun

Nascimento Hoobinoo

Mainland Luik


Alexandre Schulze


Superal Paule


Fleurity Romano


EXÉRCITO BRASILEIRO!!!

BRAÇO FORTE!!

MÃO AMIGA!!


terça-feira, 19 de maio de 2009

UM POUCO MAIS DO HAITI - RL



Após pouco mais de dois anos da presença da ONU no Haiti, andar pelas ruas de Porto Príncipe ainda é uma aventura e uma experiência impactante. A cidade tem um colorido especial, é verdade, mas é o retrato de uma sociedade depredada por séculos de domínio autoritário e predatório.

A miséria é endêmica, claramente visível em toda a cidade. Na saída do porto, onde você é obrigado a passar ao largo de um conjunto de favelas, a imagem é estarrecedora. Montanhas imensas de lixo ao longo das ruas, casebres montados com qualquer tipo de material que seja encontrado, crianças andando por esse cenário completamente desprotegidas, brincando na água contaminada com os resíduos do lixo. A ausência de quaisquer condições de vida chega a doer, é algo caótico mesmo se comparado aos locais mais problemáticos do Brasil. Mais de 80% da população do país vive abaixo da linha de pobreza, segundo dados de 2003. Nas áreas mais centrais da cidade a situação é menos perturbadora, pois Porto Príncipe é uma cidade de grande porte, com aproximadamente dois milhões de habitantes. A cidade tem uma estrutura urbana bem formada, mas extremamente deteriorada. É possível distinguir alguns bairros com construções típicas da nossa classe média, além de localidades mais simples que não chegam a ser favelas. O que é praticamente onipresente é o lixo nas ruas, em maior ou menor quantidade, mas sempre lá. Num contraste com o luxo de alguns locais, como na parte alta da cidade, com grandes casas e terrenos imensos perfeitamente bem cuidados, e vigiados.

Outro detalhe que chama a atenção é a luz elétrica. Uma boa parte da cidade não conta com abastecimento regular de eletricidade. Andar a noite pelas ruas nessas áreas é talvez retornar ao século XIX, onde o que você vê é o breu total na via e as luzes mortiças das velas e candeeiros no interior das casas. Quem tem condições banca sistemas de geradores de energia, o que não é o usual em meio a tanta pobreza. A principal iluminação nas ruas acaba sendo os faróis dos carros.

O trânsito na cidade é um caso a parte, digno em alguns momentos de uma grande metrópole desenvolvida ou em desenvolvimento. Engarrafamentos são eventos corriqueiros e trafegar pela cidade em certos horários requer muita paciência e atenção. São poucos os sinais de trânsito e a organização do fluxo depende da boa vontade de cada motorista. A aglomeração de carros é impressionante, e parece que eles surgem de todos os lugares. A idade da frota haitiana é antiga, e boa parte desses engarrafamentos é causada por veículos que enguiçam no meio da rua, atravancando o fluxo. E nem sempre eles se posicionam de maneira a atrapalhar menos o andamento do tráfego... Principalmente se for um MACK, como eles chamam os imensos caminhões que rodam pela cidade (MACK é a marca da maioria dos caminhões usados no Haiti). Aí realmente a situação se torna um caos. Outra onipresente visão nas ruas de Porto Príncipe são os tap-taps. Principal meio de transporte da cidade, os tap-taps são caminhonetes e pequenos caminhões adaptados para transporte de passageiros. Entram também na categoria vans e pequenos ônibus. Parece haver entre eles uma disputa por quem é o mais chamativo, pois praticamente todos são pintados com cores vivas e desenhos variados, além de ostentarem todo tipo de mensagem nas latarias. O impressionante é que lá você se dá conta de que parece não haver limites para o número de pessoas transportadas por eles. Estão sempre abarrotados de gente, e a impressão é de que a qualquer momento eles podem tombar, levando todos os ocupantes junto. Outro detalhe do trânsito é que não há muita benevolência por parte dos motoristas. Manobras imprudentes e fechadas são uma constante. Mesmo os carros menores da ONU não gozam de total respeito. Rodando com um jipe branco dos Fuzileiros, com quatro soldados a bordo, era raro algum motorista permitir a passagem com mais rapidez, e por algumas vezes se fez necessário um dos soldados sair do jipe para dar uma rápida controlada no trânsito para que fosse possível prosseguir com mais agilidade, sem ficar completamente preso no tráfego pesado. E também no trânsito é possível notar os contrastes: velhos carros caindo aos pedaços ao lado de modelos novíssimos estalando de novos.

Ai foi um pouco do que os Militares do Exército Brasileiro enfrentam no Haiti